Categoria: Penaleve

10 de Janeiro de 2014

Hoje, quando o Anão Trombudo saiu de sua casa, ele esqueceu de fechar a porta. Ainda bem que a maçaneta é esperta e gritou: Volta aqui, oh esquecido, que cabeça de pudim! O vento que por aqui passa, me faz espirrar assim: atchof, atchaf, atchim! Certamente fechaduras e maçanetas não devem falar assim com seus […]

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3 de Janeiro de 2014

Joca Sopra. que é um músico do reino de Além-Véu, ao saber que a rainha havia perdido o seu anel no dia do ano novo e que procurava por ele sem cessar, compôs para sua majestade uma música que diz assim:   “Oh, rainha Belamora Nunca perca o seu sossego. O anel já foi-se embora, […]

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1 de janeiro de 2014

Um pouco antes da aurora do primeiro dia do ano, tudo em Além-Véu desaparece. As casas, as ruas, as árvores, as pedras, os bichos. Fica só uma névoa pairando por cima da cabeça de cada habitante e um grande silêncio de expectativa. Aos poucos, quando os primeiros raios de sol apontam no horizonte, tudo vai […]

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31 de Dezembro de 2013

Em Além-Véu, na passagem do ano novo, damos três pulinhos: o primeiro para entregar para a terra o que passou, o segundo para marcar o presente e o terceiro para alcançar as bençãos do futuro. Usamos guizos nas cabeças e nos pés e o ar se enche de música. Agora, quando no reino humano vocês […]

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30 de dezembro 2013

Eu, Pena Leve, moro na casa dos ventos. Construída pelo pai dos ventos. Então você pode bem imaginar como ela deve ser, por que os ventos estão toda hora mudando de direção e de ideias. O pai dos ventos tem muitos filhos: viração, aragem, monção, brisa, vento sul (que é muito bravo), vento leste, vento […]

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29 de Dezembro de 2013

Meu nome é Pena Leve. Moro e trabalho no reino de Além-Véu. Um reino que foi esquecido pelos homens. Moro, mais precisamente, na Vila Mãe, na rua das Ventanias, número 3, no sótão da casa dos ventos, de onde tenho uma vista maravilhosa e completa da cidade, vista que se estende até muito longe no […]

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